<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5447384593759550468</id><updated>2011-04-21T15:13:26.089-07:00</updated><category term='Os Ícones'/><title type='text'>espaço liturgia</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Equipe Radical em Deus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07663491816419091880</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='19' src='http://1.bp.blogspot.com/_eEEj6RduD-o/SNwniGUS8ZI/AAAAAAAAAwU/XomXDbjV0uQ/S220/Untitled+5.bmp'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5447384593759550468.post-8300077327699419800</id><published>2009-04-18T18:26:00.000-07:00</published><updated>2009-04-18T18:47:46.772-07:00</updated><title type='text'>Cristo Ressuscitou, Aleluia!!!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SeqCK7XmjvI/AAAAAAAAACc/yPfdWmn3OUU/s1600-h/jesus_saindo_sepulcro_linda.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 227px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SeqCK7XmjvI/AAAAAAAAACc/yPfdWmn3OUU/s320/jesus_saindo_sepulcro_linda.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326212633566023410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Cristo Ressuscitou! Aleluia!&lt;br /&gt;Sim, Verdadeiramente ressuscitou! Alelulia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Por isso nós todos devemos nos apoiar na fé, e dizer que: se com Ele morremos, com Ele ressuscitaremos. E Por isso o sofrimento não vencerá. E Por isso as dificuldades não vencerão sobre ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, a morte não é a última palavra! Não, a dor não é a última palavra! Não, a rejeição não é última palavra! Não, o sofrimento não é a última palavra! Não, a depressão não é a última palavra! Não, as guerras não são " a última palavra"! Não, o aborto não é a última palavra, o divórcio não é a última palavra ... porque apesar do mundo estar cheio disto tudo, há uma vitória que é maior que tudo isto... está acima do mundo, está acima do céu, está no meio da terra, está nos nossos corações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele rompeu a rocha do túmulo e pode fazer com que todas as rochas dos túmulos do mundo, e dos corações dos homens, e da minha vida, e da sua vida, rolem. E essa força, essa potência, esse poder, está no coração de cada batizado, porque CRISTO RESSUSCITOU ALELUIA! SIM, VERDADEIRAMENTE RESSUSCITOU, ALELUIA! E nós precisamos assumir isso na fé, na fé, na fé. Com suas palmas assuma na fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o grande mal do mundo... sabe qual é o grande mal do mundo?&lt;br /&gt;O mundo tem muitos males, no mundo existe o mal do pecado, do egoísmo, da divisão; o mal das brigas e inimizades; no mundo existe o mal que conspira contra a vida, existe o orgulho, existe a idolatria; existe o assassinato, o homicídio, o desprezo pelos inocentes, a valorização da injustiça. E as luzes brilham sobre os corruptos, no mundo existe o aborto, o divórcio, a destruição da família... Mas este, nenhum destes, nenhum outro que você possa imaginar: holocausto, dizimação de populações inteiras... nenhum destes neste mundo em que existem tantos males, é o que penaliza mais o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe o que penaliza mais o mundo? São os cristãos: "não abraçarem, não terem a convicção, a verdade, o amor, a adesão, a confiança, não viverem... não terem a convicção profunda" no seu coração e no seu entendimento da arma que vence este mundo. A arma e a resposta que vencem os males da Terra. Que vencem as dores dos corações. Que vencem todo o mal:&lt;br /&gt;Esta arma e esta resposta é a vitória de Cristo, a ressurreição de Cristo, a nossa fé é a vitória que vence o mundo. E nossa fé em quem? Em Cristo que ressuscitou. Porque SIM, ELE VERDADEIRAMENTE RESSUSCITOU. E é este "verdadeiramente" que falta inflamar os nossos corações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque por este "verdadeiramente" nós seremos capazes de fazer tudo, de realizar tudo. Por ele temos a resposta, mais do que a resposta, temos o fato, o acontecimento. A ressurreição de Jesus é um acontecimento, é um fato, é uma realidade, é palpável. Sua carne ressuscitou, a sua carne ressuscitou, a sua carne ressuscitou, e ressuscitou gloriosa.&lt;br /&gt;O seu coração ressuscitou e ressuscitou glorioso, vencedor. O amor, a força do amor eclodiu Nele, e essa força eclodiu atingindo toda a criação, ultrapassando tempo e espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Força, poder e autoridade! Essa força e poder que atingiu toda a criação! Que evento! Que acontecimento! Evento que há dois mil anos atrás joga para frente e para traz de toda a história da humanidade uma força e um poder. Que traz a vida, a alegria, que é resposta para todos, porque a pergunta, as dores, os momentos que dá sentido a vida humana, é acontecimento que se atingiu e precisa atingir todos os homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se nós abraçarmos esse "verdadeiramente" com toda força que ele carrega, a nossa vida e o mundo serão transformados. CRISTO RESSUSCITOU, ALELUIA! SIM, VERDADEIRAMENTE RESSUSCITOU, ALELUIA! Esta é a grande notícia deste dia. E porque é a grande notícia deste dia, imaginem quando a primeira vez os ouvidos da humanidade ouviram esta notícia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pega sua bíblia, e você pode pegar o evangelho que nós provavelmente iremos ler hoje na liturgia, capítulo 20 do evangelho de João, versículo 12:&lt;br /&gt;"Depois de Jesus ter sido sepultado, depois de ter sido envolvido no seu sudário, colocado sob dentro do seu túmulo e a pedra ter rolado, no primeiro dia da semana diz o evangelho, Maria ficara fora perto do túmulo e chorava. Chorando ela se inclinou para o túmulo e viu dois anjos vestidos de brancos, sentados no mesmo lugar onde corpo de Jesus fora depositado. Um a cabeceira e outro aos pés, "mulher", disseram-lhe, por que choras?" ela lhes respondeu: "tiraram o meu Senhor, e não sei onde o puseram". Enquanto falava, ela se voltou e viu Jesus que estava ali, mas não sabia que era Ele, Jesus lhe disse: "mulher por que choras ?, quem procuras ?" mas ela pensando que se tratava do jardineiro, disse: "Senhor se foste tu que tiraste, dizei-me onde puseste e eu o levarei". Jesus lhe disse: "Maria", ela se voltou e Ele disse em hebraico, "Rabuni", que significa mestre. Jesus lhe disse: "Não me retenhas, pois Eu ainda não subi para meu Pai, mas tu vai ter com meus irmãos e dizei-lhes que eu subo para o meu Pai, que é Vosso Pai, para o meu Deus que é Vosso Deus". Maria de Mágdala veio pois anunciar aos discípulos: "eu vi o Senhor e eis o que Ele me disse". Na tarde desse mesmo dia, que era o primeiro da semana, estando as portas da casa em que se achavam os discípulos trancadas, por medo dos judeus, Jesus veio, pôs-se no meio deles, e disse-lhes: "A paz esteja convosco". Em outras palavras SHALOM. Enquanto falava, Ele mostrou as mãos e o lado, vendo o Senhor os discípulos ficaram tomados de intensa alegria, então Jesus lhes disse de novo: "A Paz esteja convosco", SHALOM, "como o Pai me enviou assim também eu vos envio, tendo assim falado, soprou sobre eles e lhe disse: recebei o Espírito Santo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam bem! Maria Madalena estava no sepulcro e chorava. Estava no sepulcro e chorava a ausência de Deus, a ausência de Cristo. Aquele Jesus que tinha tirado sete espíritos dela, que tinha lhe devolvido a vida e a dignidade já não estava mais com ela. Aquele Jesus que tinha olhado nos olhos de Maria como nenhum outro homem jamais olhou. Aquele que nos olhos de Maria de Madalena enxergou as suas dores mais profundas, as suas misérias mais escondidas. Aquele Jesus que fez que seus olhos encontrassem os olhos de alguém que não se julgava, nem se merecia ser amada.&lt;br /&gt;Aquele Jesus foi tirado, tirado pela morte, e Maria sofria a ausência de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante perceber isto. Nestes dias da semana santa a Igreja faz algo que é muito interessante, que de uma maneira geral... presta atenção que isto é importante! De uma maneira geral, passa desapercebido:&lt;br /&gt;Nna Quinta-Feira Santa depois da instituição do lava-pés, nós estávamos na Catedral e vimos, o Bispo toma Jesus eucarístico, as partículas consagradas, e se dirige para a cripta da Catedral. Por que todos os sacrários principais, de todas as Igrejas devem estar vazios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nossa casa na comunidade, nós também fazemos esta experiência. Os sacrários principais da nossa casa ficaram vazios, e Jesus foi posto numa sala trancada, e o sacrário vazio. A capela vazia, o sacrário aberto, vazio. A Igreja faz isto para que de uma maneira leve muito leve. Mas isto é como uma porta, para que possamos penetrar no mistério da ausência de Deus, do esposo que é tirado. E ali na capela eu dizia para um irmão: que coisa impressionante, eu queria estar lá dentro daquela sala, na hora de fechar a porta eu quase não saia lá de dentro, porque pra mim era como se fosse perder, e era no sentido figurado perder, e ao fechar aquela porta, por mais que tinham os ícones, a ausência de Jesus eucarístico era um vazio. Vazio que parece que tinha um vazio em toda a casa. Com a presença Dele parece que traz vida a toda casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vi uma diferença também há alguns meses na nossa casa. A nossa capela da residência feminina foi terminada, mas não tinha a presença do Santíssimo Sacramento. O senhor Arcebispo marcou um dia para inaugurar e nós ficamos uns meses sem o Santíssimo. No dia em que Jesus entrou eucaristicamente naquela capela nossa casa mudou. A presença e a ausência de Deus! É isso que Maria e os discípulos viviam naquele momento. A ausência de Jesus, a ausência de Deus. E a ausência de Deus é tristeza, é desespero, é falta de sentir; a ausência de Deus é medo, é temor, é ansiedade; a ausência de Deus é inquietação, é infelicidade, é dor profunda...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o mundo, meus irmãos, chora, o mundo chora como Maria Madalena chora, a humanidade chora, como Maria Madalena chora, e como os discípulos choram... imaginem a situação dos discípulos naquele lugar fechado, trancados, aterrorizados por que não tinham Jesus. A ausência de Deus, é a pior coisa, é o maior mal da humanidade. E é naquele clima de ausência de Deus, que muitas vezes nós podemos nos encontrar, e sofrermos essas conseqüências da ausência de Deus. As conseqüências da tristeza, da dor, da isolação, da ausência de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E e é exatamente neste clima, nesta situação que olhando pro mundo nós o encontramos vivendo nesta ausência de Deus. Olhando pro mundo nós o encontramos sob o julgo da morte, das trevas, da desolação. E é exatamente aí que aquela mulher, aquelas mulheres, aqueles homens ouviram, a notícia que todos os ouvidos queriam ouvir , que os reis, que os profetas, que os patriarcas, que os homens mais simples e mais nobres quiseram ouvir: Ele está vivo, Ele está presente, Ele venceu a morte, Ele é a resposta para toda desolação, Ele é a resposta e a vitória para toda desolação da face da Terra, Ele é a resposta e a vitória para toda dor do mundo, Ele está presente, Ele venceu, Ele está vivo. O pecado, o mundo, a morte, não pode detê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mulher", disse Jesus, e hoje Ele pode dizer para cada um de nós: "mulher, homem" e ao dizer mulher e ao dizer homem, Ele diz:" Eu estou aqui, eu não estou ausente, Eu não estou longe, Eu estou aqui. Tu muitas vezes pode estar ausente de mim, mas Eu não. Eu estou aqui, Eu estou ao teu alcance, estou ao alcance de teus olhos. Das tuas mãos, ao alcance da sua fé, ao alcance do seu coração, ao alcance do seu toque. Eu estou aqui, Eu vivo, Eu ressuscitei. O mal do mundo não é maior do que meu amor, as tristezas do mundo não são maiores que minha alegria. A desolação do mundo não é maior do que minha consolação."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu estou aqui, Eu venci, Shalom! Paz! Paz a ti!" E aqueles ouvidos e aqueles corações quando ouviram tudo aquilo que qualquer um de nós em todo tempo e em toda história da humanidade precisa ouvir, se encheram de alegria, e partiram, e partiram, e partiram, e partiram, e partiram porque vendo uma desolação do mundo eles ouviram a voz de Jesus que dizia: "como o Pai me enviou, Eu também vos envio; como o Pai me enviou, eu também vos envio".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta notícia, esta verdade, este fato, este acontecimento, esta alegria, esta paz é para ser comunicada, é para ser anunciada, é para ser transmitida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É para ir de encontro da desolação do mundo, para poder destuí-la, e assim, encher o mundo e o coração dos homens e das mulheres do nosso tempo da consolação do Ressuscitado. Sim, porque há uma consolação para este mundo, nós estamos no novo milênio, a Igreja, o Espírito hoje grita, por meio do nosso Papa, mar a dentro, "vamos a tarefa, vamos em frente, vamos anunciar os que os ouvidos e que os olhos e o coração dessa humanidade anseia, vamos anunciar essa grande alegria, a vitória sobre a morte, o consolo para a dor, a luz para os olhos, a paz para os corações a vitória sobre o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante este, no começo deste ano, nós estavámos reunidos, o conselho geral da comunidade, em um momento de oração, o Senhor me fez assim, observar uma coisa que não tenho o costume muito de observar, não é o meu costume. Então estava passando aqui e alguns até, eu já disse para alguns, nós estávamos numa casa reunidos, e de repente, passou um maribondo. Aqueles bem grandões que a gente tem medo, e o ele trazia nas suas garras uma largata muito verde. Como eu dizia já quem assistiu o mundo animal, sabe que estes animais fazem o seguinte: eles inoculam na vítima, na presa um veneno. A primeira ferroada não é para matar, é para imobilizar. Imobiliza e sai, carrega, e leva-a viva e imobilizada como alimento para: colmeia é de abelha. (Não sei como é o nome da colméia para maribondos, na caixa delas). Ela é levada para lá assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aquilo que parecia dispersão na minha oração, Deus começou a me falar e a dizer assim: "Está vendo isto? Esta é a agressividade do mundo de hoje. Ele age assim, por meio dos meios de comunicação, por meio das escolas, por meio das famílias, por meio das músicas, por meio dos eventos, por meio da cultura e da mentalidade de hoje, por meio de convites de vida fácil, por meio daquilo que entra pelos nossos olhos, pelos nossos ouvidos, pelos nossos lábios, pelos nossos sentidos, o mundo de hoje, por meio do pecado está assim, agressivo. Ele vai e inocula, e paralisa os meus filhos, os homens e as mulheres deste tempo para depois pouco a pouco destruir a sua vida, se eles não perceberem direito, mas vão sendo mastigados vivos e vão morrendo". E Ele continuava dizendo, enquanto eu olhava, dizia: pobrezinha da largata, que pena, que coisa né? E esse era o meu pensamento, sentia sincera pena da largata, dizia: não, é a vida, é a biologia, a cadeia alimentar, o eco-sistema, é a força da natureza, dos acontecimentos,é para ser assim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez lá sim, mas aqui não, aqui não, por que nós não fomos criados para entrar numa cadeia alimentar da morte do pecado. Fomos criados para a vida, fomos criados para a ressurreição. Precisa se fazer alguma coisa, tu precisas fazer alguma coisa, você precisa fazer alguma coisa, nós precisamos fazer alguma coisa. Não podemos ficar impassíveis porque temos a força de ressurreição de Cristo. Temos a vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos ter uma agressividade positiva muito maior, muito mais poderosa, muito mais eficaz, muito mais fecunda do que a força do mundo, por que CRISTO RESSUSCITOU, SIM, VERDADEIRAMENTE ELE RESSUSCITOU, porque Ele venceu a morte, porque nós não somos destinados ao matadouro, não somos destinados à infelicidade, não somos destinados ao fracasso, não somos destinados à morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós somos criados, destinados à vida e a vida nos foi dada em Cristo e Ele ressuscitou. Ele é a nossa força, a sua força nos foi comunicada e tu és um batizado e a força de Cristo habita em ti. O poder de Cristo habita em ti, habita em mim e se crermos com todo nosso coração, nosso entendimento, nossa vontade. Com todo nosso sentimento, apesar de nossa fraqueza, se crermos que Cristo ressuscitou dos mortos, que Ele verdadeiramente ressuscitou dos mortos, o mundo verá a manifestação da glória de Deus, o mundo mudará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo não muda porque eu, você não mudamos, mas se mudarmos, e hoje é o dia da mudança, hoje é o dia que o Senhor nos fez, hoje é o dia que a pedra rolou, e hoje a boa notícia nos foi dada. Hoje o coração das mulheres, e o coração dos discípulos enchem de alegria, e hoje o medo foi expulso, e hoje a morte foi derrotada, e hoje a dúvida foi destruída, e hoje o mal, príncipe deste mundo não foi só julgado, foi destruído, foi confinado porque Cristo ressuscitou e esta é a razão da nossa fé. Porque se Cristo não tivesse ressuscitado vã seria nossa fé, mas Ele ressuscitou e nós somos portadores desta notícia, deste fato, deste acontecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa vida, o nosso pensamento, o nosso trabalho, os nossos bens, os nossos sentimento, as potências do nosso ser devem estar voltadas para comunicar ao mundo, para renovar a face da Terra com a força gloriosa, amorosa, magnífica da ressurreição de Cristo, que já transformou muitas vidas a minha e a sua, e transformará muito mais, e enxugará as lágrimas dos seus olhos, enxugará o seu suor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se for para esperar quem enviará, muitas vezes ainda sofrerá, mais o seu sofrimento encontrará sentido na ressurreição de Cristo, no consolo de Cristo, ao olhar o brilho dos olhos do mundo que por meio da sua palavra encontrará essa força. O seu suor, o seu sangue encontrará forças novas quando você ver homens e mulheres erguendo-se do pecado, famílias sendo reconstruídas, jovens encontrando a paz, o mundo sendo transformado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é possível, isso está nas nossas mãos, isso não é um discurso, isto não é uma palavra, isto é a verdade, isto é o evangelho, CRISTO RESSUSCITOU, SIM VERDADEIRAMENTE RESSUSCITOU, e este verdadeiramente é a nossa força é a nossa alegria. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5447384593759550468-8300077327699419800?l=espacoliturgia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/feeds/8300077327699419800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5447384593759550468&amp;postID=8300077327699419800' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/8300077327699419800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/8300077327699419800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/2009/04/cristo-ressuscitou-aleluia.html' title='Cristo Ressuscitou, Aleluia!!!'/><author><name>Equipe Radical em Deus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16619910043742758140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SJ5socEdtXI/AAAAAAAAAAU/cT_4xK1sYaQ/s1600-R/Untitled%2B6.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SeqCK7XmjvI/AAAAAAAAACc/yPfdWmn3OUU/s72-c/jesus_saindo_sepulcro_linda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5447384593759550468.post-9093056971497130975</id><published>2009-03-08T17:32:00.000-07:00</published><updated>2009-03-08T17:39:51.197-07:00</updated><title type='text'>Quaresma: oração, esmola e jejum</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SbRkeUar_LI/AAAAAAAAACU/QyP6JfMW81M/s1600-h/quaresma.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 229px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SbRkeUar_LI/AAAAAAAAACU/QyP6JfMW81M/s320/quaresma.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310980332616154290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Queridos irmãos e irmãs!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; No início da Quaresma, que constitui um caminho de treino espiritual mais intenso, a Liturgia propõe-nos três práticas penitenciais muito queridas à tradição bíblica e cristã – a oração, a esmola, o jejum – a fim de nos predispormos para celebrar melhor a Páscoa e deste modo fazer experiência do poder de Deus que, como ouviremos na Vigília pascal, «derrota o mal, lava as culpas, restitui a inocência aos pecadores, a alegria aos aflitos. Dissipa o ódio, domina a insensibilidade dos poderosos, promove a concórdia e a paz» &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;(Hino pascal).&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Na habitual Mensagem quaresmal, gostaria de reflectir este ano em particular sobre o valor e o sentido do jejum. De facto a Quaresma traz à mente os quarenta dias de jejum vividos pelo Senhor no deserto antes de empreender a sua missão pública. Lemos no Evangelho: «O Espírito conduziu Jesus ao deserto a fim de ser tentado pelo demónio. Jejuou durante quarenta dias e quarenta noites e, por fim, teve fome» (&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Mt&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 4, 1-2). Como Moisés antes de receber as Tábuas da Lei (cf. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Êx&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 34, 28), como Elias antes de encontrar o Senhor no monte Oreb (cf. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;1 Rs&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 19, 8), assim Jesus rezando e jejuando se preparou para a sua missão, cujo início foi um duro confronto com o tentador.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Podemos perguntar que valor e que sentido tem para nós, cristãos, privar-nos de algo que seria em si bom e útil para o nosso sustento. As Sagradas Escrituras e toda a tradição cristã ensinam que o jejum é de grande ajuda para evitar o pecado e tudo o que a ele induz. Por isto, na história da salvação é frequente o convite a jejuar. Já nas primeiras páginas da Sagrada Escritura o Senhor comanda que o homem se abstenha de comer o fruto proibido: «Podes comer o fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas o da árvore da ciência do bem e do mal, porque, no dia em que o comeres, certamente morrerás» (&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Gn&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 2, 16-17). Comentando a ordem divina, São Basílio observa que «o jejum foi ordenado no Paraíso», e «o primeiro mandamento neste sentido foi dado a Adão». Portanto, ele conclui: «O “não comas” e, portanto, a lei do jejum e da abstinência» (cf. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Sermo de jejunio: PG&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 31, 163, 98). Dado que todos estamos estorpecidos pelo pecado e pelas suas consequências, o jejum é-nos oferecido como um meio para restabelecer a amizade com o Senhor. Assim fez Esdras antes da viagem de regresso do exílio à Terra Prometida, convidando o povo reunido a jejuar «para nos humilhar – diz – diante do nosso Deus» (8, 21). O Omnipotente ouviu a sua prece e garantiu os seus favores e a sua protecção. O mesmo fizeram os habitantes de Ninive que, sensíveis ao apelo de Jonas ao arrependimento, proclamaram, como testemunho da sua sinceridade, um jejum dizendo: «Quem sabe se Deus não Se arrependerá, e acalmará o ardor da Sua ira, de modo que não pereçamos?» (3, 9). Também então Deus viu as suas obras e os poupou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; No Novo Testamento, Jesus ressalta a razão profunda do jejum, condenando a atitude dos fariseus, os quais observaram escrupulosamente as prescrições impostas pela lei, mas o seu coração estava distante de Deus. O verdadeiro jejum, repete também noutras partes o Mestre divino, é antes cumprir a vontade do Pai celeste, o qual «vê no oculto, recompensar-te-á» (&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Mt&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 6, 18). Ele próprio dá o exemplo respondendo a satanás, no final dos 40 dias transcorridos no deserto, que «nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus» (&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Mt&lt;/i&gt; 4, 4). O verdadeiro jejum finaliza-se portanto a comer o «verdadeiro alimento», que é fazer a vontade do Pai (cf. &lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Jo&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 4, 34). Portanto, se Adão desobedeceu ao mandamento do Senhor «de não comer o fruto da árvore da ciência do bem e do mal», com o jejum o crente deseja submeter-se humildemente a Deus, confiando na sua bondade e misericórdia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Encontramos a prática do jejum muito presente na primeira comunidade cristã (cf. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Act&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 13, 3; 14, 22; 27, 21; &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;2 Cor&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 6, 5). Também os Padres da Igreja falam da força do jejum, capaz de impedir o pecado, de reprimir os desejos do «velho Adão», e de abrir no coração do crente o caminho para Deus. O jejum é também uma prática frequente e recomendada pelos santos de todas as épocas. Escreve São Pedro Crisólogo: «O jejum é a alma da oração e a misericórdia é a vida do jejum, portanto quem reza jejue. Quem jejua tenha misericórdia. Quem, ao pedir, deseja ser atendido, atenda quem a ele se dirige. Quem quer encontrar aberto em seu benefício o coração de Deus não feche o seu a quem o suplica» (&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Sermo 43; PL&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 52, 320.332).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Nos nossos dias, a prática do jejum  parece ter perdido um pouco do seu valor espiritual e ter adquirido antes, numa cultura marcada pela busca da satisfação material, o valor de uma medida terapêutica para a cura do próprio corpo. Jejuar sem dúvida é bom para o bem-estar, mas para os crentes é em primeiro lugar uma «terapia» para curar tudo o que os impede de se conformarem com a vontade de Deus. Na Constituição apostólica &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Paenitemini&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; de 1966, o Servo de Deus Paulo VI reconhecia a necessidade de colocar o jejum no contexto da chamada de cada cristão a «não viver mais para si mesmo, mas para aquele que o amou e se entregou a si por ele, e... também a viver pelos irmãos» (Cf. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Cap. &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;I). A Quaresma poderia ser uma ocasião oportuna para retomar as normas contidas na citada Constituição apostólica, valorizando o significado autêntico e perene desta antiga prática penitencial, que pode ajudar-nos a mortificar o nosso egoísmo e a abrir o coração ao amor de Deus e do próximo, primeiro e máximo mandamento da nova Lei e compêndio de todo o Evangelho (cf. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Mt&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 22, 34-40).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; A prática fiel do jejum contribui ainda para conferir unidade à pessoa, corpo e alma, ajudando-a a evitar o pecado e a crescer na intimidade com o Senhor. Santo Agostinho, que conhecia bem as próprias inclinações negativas e as definia «nó complicado e emaranhado» (&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Confissões,&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; II, 10.18), no seu tratado &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;A utilidade do jejum,&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; escrevia: «Certamente é um suplício que me inflijo, mas para que Ele me perdoe; castigo-me por mim mesmo para que Ele me ajude, para aprazer aos seus olhos, para alcançar o agrado da sua doçura» (&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Sermo&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 400, 3, 3: &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;PL&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 40, 708). Privar-se do sustento material que alimenta o corpo facilita uma ulterior disposição para ouvir Cristo e para se alimentar da sua palavra de salvação. Com o jejum e com a oração permitimos que Ele venha saciar a fome mais profunda que vivemos no nosso íntimo: a fome e a sede de Deus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Ao mesmo tempo, o jejum ajuda-nos a tomar consciência da situação na qual vivem tantos irmãos nossos. Na sua &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Primeira Carta&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; São João admoesta: «Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como estará nele o amor de Deus?» (3, 17). Jejuar voluntariamente ajuda-nos a cultivar o estilo do Bom Samaritano, que se inclina e socorre o irmão que sofre (cf. Enc. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;&lt;a href="http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/encyclicals/documents/hf_ben-xvi_enc_20051225_deus-caritas-est_po.html"&gt;Deus caritas est&lt;/a&gt;,&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 15). Escolhendo livremente privar-nos de algo para ajudar os outros, mostramos concretamente que o próximo em dificuldade não nos é indiferente. Precisamente para manter viva esta atitude de acolhimento e de atenção para com os irmãos, encorajo as paróquias e todas as outras comunidades a intensificar na Quaresma a prática do jejum pessoal e comunitário, cultivando de igual modo a escuta da Palavra de Deus, a oração e a esmola. Foi este, desde o início o estilo da comunidade cristã, na qual eram feitas colectas especiais (cf. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;2 Cor&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 8-9; &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Rm&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 15, 25-27), e os irmãos eram convidados a dar aos pobres quanto, graças ao jejum, tinham poupado (cf. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Didascalia Ap.,&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; V, 20, 18). Também hoje esta prática deve ser redescoberta e encorajada, sobretudo durante o tempo litúrgico quaresmal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; De quanto disse sobressai com grande clareza que o jejum representa uma prática ascética importante, uma arma espiritual para lutar contra qualquer eventual apego desordenado a nós mesmos. Privar-se voluntariamente do prazer dos alimentos e de outros bens materiais, ajuda o discípulo de Cristo a controlar os apetites da natureza fragilizada pela culpa da origem, cujos efeitos negativos atingem toda a personalidade humana. Exorta oportunamente um antigo hino litúrgico quaresmal: &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;«Utamur ergo parcius, / verbis, cibis et potibus, / somno, iocis et arcitius / perstemus in custodia&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; – Usemos de modo mais sóbrio palavras, alimentos, bebidas, sono e jogos, e permaneçamos mais atentamente vigilantes».&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; Queridos irmãos e irmãos, considerando bem, o jejum tem como sua finalidade última ajudar cada um de nós, como escrevia o Servo de Deus Papa João Paulo II, a fazer dom total de si a Deus (cf. Enc. &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;&lt;a href="http://www.vatican.va/edocs/POR0072/_INDEX.HTM"&gt;Veritatis splendor&lt;/a&gt;,&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; 21). A Quaresma seja portanto valorizada em cada família e em cada comunidade cristã para afastar tudo o que distrai o espírito e para intensificar o que alimenta a alma abrindo-a ao amor de Deus e do próximo. Penso em particular num maior compromisso na oração, na &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;lectio divina,&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; no recurso ao Sacramento da Reconciliação e na participação activa na Eucaristia, sobretudo na Santa Missa dominical. Com esta disposição interior entremos no clima penitencial da Quaresma. Acompanhe-nos a Bem-Aventurada Virgem Maria, &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Causa nostrae laetitiae,&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; e ampare-nos no esforço de libertar o nosso coração da escravidão do pecado para o tornar cada vez mais «tabernáculo vivo de Deus». Com estes votos, ao garantir a minha oração para que cada crente e comunidade eclesial percorra um proveitoso itinerário quaresmal, concedo de coração a todos a Bênção Apostólica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="font-family: verdana;"&gt;Vaticano, 11 de Dezembro de 2008.&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;           &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;              &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Carta do Papa Bento XVI para a quaresma de 2009&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5447384593759550468-9093056971497130975?l=espacoliturgia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/feeds/9093056971497130975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5447384593759550468&amp;postID=9093056971497130975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/9093056971497130975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/9093056971497130975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/2009/03/quaresma-oracao-esmola-e-jejum.html' title='Quaresma: oração, esmola e jejum'/><author><name>Equipe Radical em Deus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16619910043742758140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SJ5socEdtXI/AAAAAAAAAAU/cT_4xK1sYaQ/s1600-R/Untitled%2B6.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SbRkeUar_LI/AAAAAAAAACU/QyP6JfMW81M/s72-c/quaresma.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5447384593759550468.post-7691597028101746561</id><published>2008-12-02T06:56:00.000-08:00</published><updated>2008-12-02T07:11:26.112-08:00</updated><title type='text'>Advento</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/STVOZuQ2MVI/AAAAAAAAAA8/2s3uu5Nwje0/s1600-h/advento1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 287px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/STVOZuQ2MVI/AAAAAAAAAA8/2s3uu5Nwje0/s320/advento1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275208742356791634" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p face="verdana"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;O Ano Litúrgico começa no o Tempo do Advento; em 2008, este tempo se iniciou no dia 23 de novembro, com a festa do Cristo Rei. Logo, entramos no ano “B” da Igreja, o qual é caracterizado pelas leituras do evangelho de São Marcos no dia do Senhor (domingo).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O advento é um tempo de preparação para a Festa do Natal de Jesus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Este foi o maior acontecimento da História: o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Dignou-se a assumir a nossa humanidade, sem deixar de ser Deus. Essa realidade precisa ser preparada e celebrada a cada ano. Nessas quatro semanas de preparação, somos convidados a esperar Jesus que vem no Natal e que virá no final dos tempos (parusia)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Um dia, o Senhor voltará para colocar um fim na História humana, mas o nosso encontro com Ele também está marcado para logo após a morte.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Nas duas últimas semanas, lembrando a espera dos profetas e de Maria, nós nos preparamos mais especialmente para celebrar o nascimento de Jesus em Belém. Os Profetas anunciaram esse acontecimento com riqueza de detalhes: nascerá da tribo de Judá, em Belém, a cidade de Davi; seu Reino não terá fim... Maria O esperou com zelo materno e O preparou para a missão terrena.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Para nos ajudar nesta preparação usa-se a Coroa do Advento, composta por 4 velas nos seus cantos – presas aos ramos formando um círculo. A cada domingo acende-se uma delas. As velas representam as várias etapas da salvação. Começa-se no 1º Domingo, acendendo apenas uma vela e à medida que vão passando os domingos, vamos acendendo as outras velas, até chegar o 4º Domingo, quando todas devem estar acesas. As velas acesas simbolizam nossa fé, nossa alegria. Elas são acesas em honra do Deus que vem a nós. Deus, a grande Luz, "a Luz que ilumina todo homem que vem a este mundo", está para chegar, então, nós O esperamos com luzes, porque O amamos e também queremos ser como Ele: Luz.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;No 1º Domingo, há o perdão oferecido a Adão e Eva&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;. Eles morreram na terra, mas viverão em Deus por Jesus Cristo. Sendo Deus, Jesus fez-se filho de Adão para salvar o seu pai terreno. Meditando a chegada de Cristo, que veio no Natal e que vai voltar no final da História, devemos buscar o arrependimento dos nossos pecados e preparar o nosso coração para o encontro com o Senhor. Para isso, nada melhor que uma boa Confissão, bem feita.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;No 2º Domingo, meditamos a fé dos Patriarcas&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt; Eles acreditaram no dom da terra prometida. Pela fé, superaram todos os obstáculos e tomaram posse das Promessas de Deus. É uma oportunidade de meditarmos em nossa fé; nossa opção religiosa por Jesus Cristo; nosso amor e compromisso com a Santa Igreja Católica – instituída por Ele para levar a salvação a todos os homens de todos os tempos. Qual tem sido o meu papel e o meu lugar na Igreja? Tenho sido o missionário que Jesus espera de todo batizado para salvar o mundo?&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;No 3º Domingo, meditamos a alegria do rei Davi&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt; Ele celebrou a aliança e sua perpetuidade. Davi é o rei imagem de Jesus, unificou o povo judeu sob seu reinado, como Cristo unificará o mundo todo sob seu comando. Cristo é Rei e veio para reinar; mas o seu Reino não é deste mundo; não se confunde com o “Reino do homem”; seu Reino começa neste mundo, mas se perpetua na eternidade, para onde devemos ter os olhos fixos, sem tirar os pés da terra.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;No 4º Domingo, contemplamos o ensinamento dos Profetas&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;: Eles anunciaram um Reino de paz e de justiça com a vinda do Messias.&lt;/span&gt; O Profeta Isaías apresenta o Senhor como o Deus Forte, o Conselheiro Admirável, o Príncipe da Paz. No seu Reino acabarão a guerra e o sofrimento; o boi comerá palha ao lado do leão; a criança de peito poderá colocar a mão na toca da serpente sem mal algum. É o Reino de Deus que o Menino nascido em Belém vem trazer: Reino de Paz, Verdade, Justiça, Liberdade, Amor e Santidade.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Coroa do Advento é o primeiro anúncio do Natal. Ela é da cor verde, que simboliza a esperança e a vida, enfeitada com uma fita vermelha, simbolizando o amor de Deus que nos envolve e também a manifestação do nosso amor, que espera ansioso o nascimento do Filho de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Tempo do Advento deve ser uma boa preparação para o Natal, deve ser marcado pela conversão de vida – algo fundamental para todo cristão. É um processo de vital importância no relacionamento do homem com Deus. O grande inimigo é a soberba, pois quem se julga justo e mais sábio do que Deus nunca se converterá. Quem se acha sem pecado, não é capaz de perdoar ao próximo, nem pede perdão a Deus.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Deus – ensinam os Profetas – não quer a morte do pecador, mas que este se converta e viva. Jesus quer o mesmo: “Eu vim para que todos tenham a vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10). Por isso Ele chamou os pecadores à conversão: “Convertei-vos, porque está próximo o Reino dos Céus” (Mt 4,17).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Fonte: Texto adaptado da Canção Nova&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5447384593759550468-7691597028101746561?l=espacoliturgia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/feeds/7691597028101746561/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5447384593759550468&amp;postID=7691597028101746561' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/7691597028101746561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/7691597028101746561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/2008/12/advento.html' title='Advento'/><author><name>Equipe Radical em Deus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16619910043742758140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SJ5socEdtXI/AAAAAAAAAAU/cT_4xK1sYaQ/s1600-R/Untitled%2B6.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/STVOZuQ2MVI/AAAAAAAAAA8/2s3uu5Nwje0/s72-c/advento1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5447384593759550468.post-7109375871668942852</id><published>2008-10-31T19:30:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T19:40:10.458-07:00</updated><title type='text'>Festa de todos os Santos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SQvAmycGuBI/AAAAAAAAAA0/t1rj1bv5U6Q/s1600-h/todos-os-santos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 275px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SQvAmycGuBI/AAAAAAAAAA0/t1rj1bv5U6Q/s320/todos-os-santos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263512362119772178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p style="font-family: verdana;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No dia 1º de Novembro a Igreja celebra a festa de Todos os Santos. Segundo a tradição ela foi colocada neste dia, logo após o 31 de outubro que os Celtas ingleses, pagãos, celebravam as bruxas e os espíritos que vinham se alimentar e assustar as pessoas nesta noite (Halloween). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nesse dia, a Igreja militante (que luta na Terra) honra a Igreja triunfante do Céu “celebrando numa única solenidade todos os Santos” – como diz o sacerdote na oração da Missa – para render homenagem aquela multidão de Santos que povoam o Reino dos céus que São João viu no Apocalipse: “Ouvi então o número dos assinalados: cento e quarenta e quatro mil assinalados, de toda tribo dos filhos de Israel… Depois disso, vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de toda nação, tribo, povo e língua: conservavam-se em pé diante do trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão,”. “Esses são os sobreviventes da grande tribulação; lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro.” (Ap 7,4-14) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta imensa multidão de 144 mil, “que está diante do Cordeiro” compreende todos os servos de Deus, aos quais a Igreja canoniza através da decisão infalível de algum Papa, e todos aqueles, incontáveis, que conseguiram a salvação e que desfrutam da visão beatífica de Deus. Lá “eles intercedem por nós sem cessar”, diz uma de nossas Orações Eucarísticas. Por isso a Igreja recomenda que os pais ponham nomes de Santos em seus filhos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esses 144 mil significam uma grande multidão (12 x 12 x 1000). O número 12 e o número 1000 significavam para os judeus antigos plenitude, perfeição e abundância; não é um valor meramente aritmético, mas simbólico. A Igreja já canonizou mais de 20 mil Santos, mas há muito mais que isto no Céu. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Pelo fato de os habitantes do Céu estarem unidos mais intimamente com Cristo, consolidam com mais firmeza na santidade toda a Igreja. Eles não deixam de interceder por nós junto ao Pai, apresentando os méritos que alcançaram na terra pelo único mediador de Deus e dos homens, Cristo Jesus. Por seguinte, pela fraterna solicitude deles, a nossa fraqueza recebe o mais valioso auxílio” (Lúmen Gentium, do Vaticano II - LG 49 - 956) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Na hora da morte, S. Domingos de Gusmão dizia a seus frades: “Não choreis! Ser-vos-ei mais útil após a minha morte e ajudar-vos-ei mais eficazmente do que durante a minha vida”. E Santa Teresinha confirmava este ensino dizendo: “Passarei meu céu fazendo bem na terra”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O nosso Catecismo diz que: “Na oração, a Igreja peregrina é associada à dos santos, cuja intercessão solicita”. (§2692) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A marca dos Santos são as Bem–aventuranças que Jesus proclamou no Sermão da Montanha; por isso este trecho do Evangelho de S. Mateus (5,1-3) é lido nesta Missa. Os Santos viveram todas as virtudes e por isso são exemplos de como seguir Jesus Cristo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Deus prometeu dar a eterna bem-aventurança aos pobres no espírito, aos mansos, aos que sofrem e aos que têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, aos puros de coração, aos pacíficos, aos perseguidos por causa da justiça e a todos os que recebem o ultraje da calúnia, da maledicência, da ofensa pública e da humilhação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esta Solenidade de Todos os Santos vem do século IV. &lt;b&gt;Em Antioquia celebrava-se uma festa por todos os mártires no primeiro domingo depois de Pentecostes.&lt;/b&gt; A celebração foi introduzida em Roma, na mesma data, no século VI, e cem anos após era fixada no dia 13 de maio pelo papa Bonifácio IV, em concomitância com o dia da dedicação do “Panteon” dos deuses romanos a Nossa Senhora e a todos os mártires. No ano de 835 esta celebração foi transferida pelo papa Gregório IV para 1º de novembro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: verdana;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cada um de nós é chamado a ser santo: “Deveis ser perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48). O caminho da perfeição passa pela cruz. Não existe santidade sem renúncia e sem combate espiritual (cf. 2Tm 4). O progresso espiritual oração, mortificação, vida sacramental, meditação, luta contra si mesmo; é isto que nos leva gradualmente a viver na paz e na alegria das bem-aventuranças. Disse S. Gregório de Nissa que: “Aquele que vai subindo jamais cessa de ir progredindo de começo em começo por começos que não têm fim. Aquele que sobe jamais cessa de desejar aquilo que já conhece”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p  style="font-style: italic; text-align: center; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;Fonte: Texto adaptado - canção nova&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5447384593759550468-7109375871668942852?l=espacoliturgia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/feeds/7109375871668942852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5447384593759550468&amp;postID=7109375871668942852' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/7109375871668942852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/7109375871668942852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/2008/10/festa-de-todos-os-santos.html' title='Festa de todos os Santos'/><author><name>Equipe Radical em Deus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16619910043742758140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SJ5socEdtXI/AAAAAAAAAAU/cT_4xK1sYaQ/s1600-R/Untitled%2B6.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SQvAmycGuBI/AAAAAAAAAA0/t1rj1bv5U6Q/s72-c/todos-os-santos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5447384593759550468.post-126261591659926801</id><published>2008-10-15T18:56:00.000-07:00</published><updated>2008-10-15T19:05:14.503-07:00</updated><title type='text'>Amor Ecarísitico.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SPag63z2VgI/AAAAAAAAAAs/vmIfznwJZoE/s1600-h/eucaristia_06.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SPag63z2VgI/AAAAAAAAAAs/vmIfznwJZoE/s320/eucaristia_06.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257566548275910146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;- "Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, Ele tomou o Pão em suas mãos, deu graças ao Pai que está no céu, e o partiu dizendo: Tomai todos e comei, isto é o meu corpo que será entregue por vós. Do mesmo modo, ao fim da ceia, Ele tomou em suas mãos o cálice, deu graças, novamente, ao Pai e entregou ao seus discípulos dizendo: Tomai todos e bebei, este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e Eterna aliança que será entregue por vós. Fazei isso em memória de mim."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;-Tal passagem é apresentada em 3 dos 4 evangelhos (Mateus, Marcos, Luca) e, também, retomada por Paulo na sua 1º epístola aos Coríntios. Seria muita ignorância de minha parte desprezar tal acontecimento na vida de Cristo. Temos que ressaltar a importância da última ceia por causa da grande onda de heresias que atualmente ocorre contra o Sacro-santo corpo de Cristo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;-Jesus ao pronunciar tais palavras poderia ter usado cerca de 36 verbo, da língua original com qual foi escrito tais passagens, para indicar que o Pão não era o seu Corpo, mas Ele usou um verbo que indica explicitamente que é verdadeiramente o Seu Corpo. Não é um símbolo, como outras denominações Cristãs indicam, não é uma representação, não é apenas em memória de Cristo. Isso é o que diferencia a Santa Missa de qualquer outra celebração religiosa, ela é a renovação do Sacrifício de Jesus na Cruz. Nela se vive toda a Paixão de Nosso Amado. Não é uma repetição, uma imitação, uma simbólica tradição Católica; mas é a renovação. A Santa Missa é sem dúvida o mais sublime ato de amor de Deus, pois é ali que ele se entrega por seus filhos. Entregou sua vida por nós, "abriu" as portas do céu para seus filhos amados, nos revelou a verdade e, como se não bastasse, nos entregou o seu corpo como alimento de vida eterna. Na missa vivemos o Céu na Terra. "Se estou com Jesus, tanto faz está na Terra ou no Céu." (Santa Teresinha).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;-Se lermos João 6: 52-60 notamos Jesus nos prometendo Eucaristia. Nos prometendo se dar por nós, não só na Cruz, mas, também, como alimento de nosso espírito.Apesar de João não ter relatado na última ceia a Eucaristia, ele nos relata essa profetização que o próprio Cristo dá a Igreja. A Eucaristia é o Emanuel, Deus conosco (Isaías 7: 14). Jesus não nos mandou somente o Espírito Santo para nos auxiliar, mas nos deu o Pão do Anjos. Até mesmo os Santo Anjos tem inveja de nós. Coitados, não podem comungar, mas somente adorar. Somente a nós é dado o mistério de entrarmos em comunhão espiritual e corpórea Jesus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;-Ao comungarmos entramos em dois mistérios: O de unir nosso coração ao do Ressuscitado e a de unir o nosso coração com toda a Igreja. "...Cremos na comunhão dos Santos...". Tal comunhão se dá entre os Santos que estão no céu e entre todos nós, que participamos do Corpo de Cristo na Terra. Por isso é dito, no Credo mais longo, que, às vezes, é pronunciado antes do ofertório, "...Creio na Igreja Católica, una e santa...". Sabiamente, nos escritos apostólicos, a Igreja é nomeada como o Corpo de Cristo, onde Jesus é a cabeça. "Do mesmo modo que o corpo tem vários membros, mas todos os membros do corpo, embora sejam muitos, são contudo um só corpo, assim é também Cristo." (Coríntios 12: 12).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;-A última ceia foi uma ceia tradicionalmente Judaica. (Como assim?). Ela teve todo o ritual que os Judeus usavam, e alguns ainda usam, em suas "reuniões" familiares. Vou fazer uma breve explicação sobre a Ceia Judaica em analogia a última ceia. O patriarca da família (Jesus), depois de imolar o cordeiro para o perdão dos pecados de sua casa/família (por isso Jesus é chamado de Cordeiro de Deus), pega a carne do Cordeiro eleva levanta, dá graças a Deus e dá aos seus filhos (Jesus toma o Pão, que é a sua própria carne, e dá aos seu filhos para que dele se alimentem). O Patriarca (Jesus) também mancha sua casa com o sangue do cordeiro imolado. (Também somos marcados com o Sangue de Cristo).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;-A Eucaristia é comparada ao Pelicano. O pelicano, em épocas de seca muito forte, é capaz de abrir em seu peito uma ferida, tirar carne de suas entranhas para alimentar os seus filhotes. Jesus, sem dúvida, tirou de seu peito o alimento que nos sustenta nesse mundo que muitas vezes é árido. Ele não deixaria seus filhos morrerem de fome. Ele sendo Onisciente não soube nos dar mais, sendo Onipotente não pode dar mais. Por isso que a missa é tão importante, mais importante que um Martírio, pois no martírio é um Homem que se morre por Deus; mas, na missa, é Deus quem morre e se entrega por nós e à nós. Não comamos mais deste Sacratíssimo Alimento como antes, pois temos fome e é o próprio Cristo que nos dar de comer. Fez-se humano, humilhou-se por nós, e, como se não bastasse, se tornou Pão. Deu-nos de comer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;-Voltando à passagem citada no começo, temos que notar duas coisas muito importante: "Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão..." essa passagem não está transcrita com essas palavras na Bíblia. Seria redundante cita-la, pois só estando completamente apaixonado e amando profundamente os seus é que Jesus entregaria sua vida por nós. Temos que notar que nas passagens é citada também a "ansiedade" de Jesus por tal encontro com os seus discípulos. Não é para menos, como não ficar ansioso para nos dar um dos maiores presentes: Seu próprio corpo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;-Nossa atenção também não pode desviar quando lemos: "...Sangue da nova e eterna aliança...", Jesus nesse momento cumpre a promessa que fez a Pedro. "...E as portas do inferno não prevalecerão sobre a minha Igreja...". A Igreja citada é a santa e una Igreja Católica, a única que foi criada por ordem de Jesus. Nosso primeiro Papa foi Pedro, e isso é comprovado historicamente. Nossa sucessão apostólica nunca cessou, e foi passando de geração a geração pela imposição de mãos, e assim acontece até hoje.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;-"Não entremos na fila da Eucaristia como miseráveis que só sabem pedir e lamentar; mas entremos como cordeiros preparados para ser imolado junto ao Divino Irmão, que se imola, todas as Santas Missas, por causa de nós!".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5447384593759550468-126261591659926801?l=espacoliturgia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/feeds/126261591659926801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5447384593759550468&amp;postID=126261591659926801' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/126261591659926801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/126261591659926801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/2008/10/amor-ecarsitico.html' title='Amor Ecarísitico.'/><author><name>Equipe Radical em Deus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16619910043742758140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SJ5socEdtXI/AAAAAAAAAAU/cT_4xK1sYaQ/s1600-R/Untitled%2B6.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SPag63z2VgI/AAAAAAAAAAs/vmIfznwJZoE/s72-c/eucaristia_06.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5447384593759550468.post-5346103341094287936</id><published>2008-08-22T18:57:00.000-07:00</published><updated>2008-08-22T18:59:55.112-07:00</updated><title type='text'>“A liturgia se baseia no ontem, mas vê o amanhã”</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entrevista com Juan Javier Flores, presidente do Pontifício Instituto Litúrgico (PIL).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Juan Javier Flores Arcas é beneditino do mosteiro castelhano de Silos e presidente do Pontifício Instituto Litúrgico de Santo Anselmo. Ele está convencido de que a Liturgia é antes de tudo um encontro com Cristo e com os irmãos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;- Os jovens se aproximam da fonte da liturgia?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;- Juan: Quem é verdadeiramente cristão não pode deixar de ir beber desta “fonte de água viva” que sacia sua sede de Deus. Preocupa-me que os jovens deixem esta fonte de água viva e busquem preenchimentos; é um desafio para a liturgia de hoje e exige por parte dos pastores um notável esforço de apresentá-la com autenticidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Para tudo isso se necessita da fé, convicção de que a sagrada liturgia é “fonte e cume da vida da Igreja”, como sugere a “&lt;i style=""&gt;Sacrosanctum Concilium&lt;/i&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Se um cristão deixa esta fonte autêntica, deve examinar sua identidade; se busca outras fontes deverá sentir-se questionado; se a despreza, deveria examinar suas bases cristãs; deve examinar se a busca está no bom caminho, o mesmo caminho que iniciou com seu batismo e que a Eucaristia dominical orienta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;- A Liturgia leva ao compromisso com a vida automaticamente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;-Juan: O problema pode estar em que a liturgia nos compromete com o celebrado e depois da celebração está a vida, o compromisso em que esta nos introduz. Talvez seja isto o que faz que alguns fujam: o compromisso, a vida que brota da celebração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A liturgia é encontro com Cristo e com os irmãos que nos ajudam a compartilhar a Cristo. É vivência cristã desde uma vida imergida na fé e na caridade, na esperança de que podemos e devemos construir um mundo melhor e mais humano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;-E a relação entre liturgia e Jesus Cristo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;-Juan: Se a liturgia é a celebração do mistério pascal de Jesus Cristo e a salvação é a plena e total introdução nEle, ambas as realidades vão intimamente unidas, porque a liturgia permite aos cristãos entrar na vida divina que é a salvação.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Nosso batismo é a porta da vida e da Igreja; transpassada esta porta estamos na Igreja e temos de viver de acordo com as exigências cristãs.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;- A liturgia é tradicional e moderna ao mesmo tempo. Como se conjugam estas tensões?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;-Juan: A liturgia é tradicional por sua própria natureza, mas moderna por própria exigência; fundamenta-se no passado, mas não se prende nele; baseia-se no ontem, mas olha para o amanhã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O Missal Romano de Paulo VI é profundamente tradicional, mas acolhe por sua vez o mundo de hoje e suas necessidades. Vejamos seus formulários pela paz e a justiça, ou pelo trabalho do homem, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Os distintos rituais dos sacramentos foram pensados precisamente para responder ao homem de hoje suas exigências concretas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Com o passar dos séculos, a Igreja deverá voltar a ser o que foi em seus começos e para o que a quis seu fundador, celebração do Mistério Pascal de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;-Desta forma a liturgia é atual por definição?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;-Juan: Movendo-se sobre esta linha pascal, a liturgia ajudará o homem de todos os tempos a relacionar-se com Cristo e com Ele chegar à Santíssima Trindade. Não lhe faltarão perigos de desviar-se, nem se afastar da primitiva linha pascal, mas se mantiver a linha pascal, saberá sempre voltar à sua própria realidade.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A comunidade primitiva foi muito consciente do papel libertador da Palavra de Deus e da recepção dos sacramentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Se a liturgia volta continuamente às ações libertadoras de Deus ao longo da história do povo eleito, será tarefa específica de toda celebração litúrgica ter presente esta libertação do passado e atualizá-lo no cotidiano que fazer humano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;(texto reformulado do link &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=667"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://www.comshalom.org/formacao/exi&lt;/span&gt;bir.php?form_id=667&lt;/a&gt;&lt;a name="comments"&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5447384593759550468-5346103341094287936?l=espacoliturgia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/feeds/5346103341094287936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5447384593759550468&amp;postID=5346103341094287936' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/5346103341094287936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/5346103341094287936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/2008/08/liturgia-se-baseia-no-ontem-mas-v-o.html' title='“A liturgia se baseia no ontem, mas vê o amanhã”'/><author><name>Equipe Radical em Deus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16619910043742758140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='18' src='http://3.bp.blogspot.com/_UkStwvg61q4/SJ5socEdtXI/AAAAAAAAAAU/cT_4xK1sYaQ/s1600-R/Untitled%2B6.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5447384593759550468.post-8911239470168211330</id><published>2008-05-18T10:48:00.000-07:00</published><updated>2008-05-18T10:51:37.905-07:00</updated><title type='text'>A Mística e importância da oração liturgica</title><content type='html'>&lt;table class="MsoNormalTable" style="width: 467.25pt;" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="623"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 0cm; width: 318pt;" width="424"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;table class="MsoNormalTable" style="width: 688px; height: 186px;" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;    &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;     &lt;td style="padding: 0cm; width: 277.5pt;" width="370"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;h1 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;A Mística da Oração Liturgia&lt;/strong&gt;&lt;/h1&gt;     &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;        &lt;tr style=""&gt;     &lt;td style="padding: 0cm;"&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;     &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;   &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td style="padding: 0cm; width: 104.25pt;" width="139"&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;h2&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;      &lt;p style="text-align: right;" align="right"&gt;  &lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;O diálogo entre o Senhor e o seu povo passa-se em clima de profunda oração. A comunidade reunida deve poder dizer honestamente: “O nosso coração está em Deus!”. Há orações, salmos, hinos e cânticos transmitidas e curtidas de geração em geração, como um tesouro precioso para expressar e transmitir a fé. Entre outros, temos o ‘Pai Nosso...’, a abertura dos ofícios divinos, Luz radiante[1], o ‘Glória’, o ‘Santo...’, ‘Cordeiro de Deus...’. Porém, não podemos cantar ou recitá-los distraidamente; devem brotar de dentro do coração, encher nossa alma de gozo e fervor. Nosso coração e nossa mente devem acompanhar aquilo que nossa boca proclama. Neste sentido, a oração comunitária é ao mesmo tempo uma oração profundamente pessoal. Além disso, ao longo de toda a celebração há momentos de silêncio para uma oração ‘cara a cara’ com Deus, particularizando a oração comunitária; por exemplo: antes do ato penitencial, após cada ‘oremos’, após as leituras, a homilia, a comunhão eucarística, após cada salmo do ofício divino...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oração perpassa toda a celebração litúrgica; é a atitude de fundo com a qual entramos na igreja, cumprimentamos as pessoas, fazemos os gestos de oração, ouvimos a Palavra, comemos do Pão e do Vinho da eucaristia... Mas convém ressaltar sua dependência da escuta da Palavra; na tradição cristã, assim como na tradição judaica, a proclamação e interpretação das leituras bíblicas é o chão de onde brota a oração. Os salmos são as duas coisas ao mesmo tempo: são Palavra de Deus e palavra de nossa oração! Felizmente, hoje estamos redescobrindo o valor destas poesias cantadas, tanto para a oração pessoal, como principalmente para a celebração comunitária. Pouco a pouco, o salmo é valorizado na celebração da palavra e, com a divulgação do Ofício Divino das Comunidades[2], o povo começa a se familiarizar de novo com as expressões milenares que alimentaram a fé de centenas de gerações de judeus e cristãos, nos momentos de felicidade, e principalmente nos momentos da dureza da vida: de doença, de perseguição, de traição, injustiça, e inimizade. Aprendemos com a tradição litúrgica a cantar os salmos, unidos a Cristo. É ele o primeiro cantor dos salmos. Expressa diante do Pai sua fidelidade, mas também sua angústia e sua dor. Nós unimos nossa voz à dele. Deixamos que seu Espírito faça vibrar as cordas de nosso coração e nossa mente. Percorrendo cada verso com atenção amorosa, cantamos a partir de nossa experiência de vida, na qual reconhecemos traços da experiência de Jesus Cristo. Expressamos a dor e o sofrimento de toda a humanidade; elevamos a Deus também o desejo e a alegria, as experiências de comunhão e de transformação que acontecem no mundo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na medida do possível, os salmos deveriam ser sempre cantados. Seu próprio nome indica isso; de fato, ‘salmo’ vem de ‘saltério’, um instrumento musical, de cordas, para acompanhar essas poesias orantes que brotaram da relação de confiança e fidelidade entre Deus e o seu povo. Em toda a liturgia, aliás, a música, cantada ou tocada nos instrumentos, é uma ajuda preciosa para a oração comunitária e pessoal. Daí a importância de se escolher cantos adequados a cada momento da celebração e de se cantar e tocar de tal modo que ajudem toda a comunidade a se unir mais estreitamente à ação litúrgica que se está realizando. É preciso cantar ‘no Espírito’. Música na liturgia não é para ser enfeite ou diversão! É para expressar a ação pascal de Cristo em nossa vida e, assim, possibilitar nossa participação nela.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=2506"&gt;http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=2506&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5447384593759550468-8911239470168211330?l=espacoliturgia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/feeds/8911239470168211330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5447384593759550468&amp;postID=8911239470168211330' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/8911239470168211330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/8911239470168211330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/2008/05/mstica-e-importncia-da-orao-liturgica.html' title='A Mística e importância da oração liturgica'/><author><name>Equipe Radical em Deus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07663491816419091880</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='19' src='http://1.bp.blogspot.com/_eEEj6RduD-o/SNwniGUS8ZI/AAAAAAAAAwU/XomXDbjV0uQ/S220/Untitled+5.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5447384593759550468.post-5738640102318343024</id><published>2008-05-18T10:44:00.000-07:00</published><updated>2008-05-18T10:48:09.970-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Os Ícones'/><title type='text'>Os Ícones</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Os Ícones&lt;/h1&gt;  &lt;p&gt;A Palavra "ícone" vem do termo grego "eikon" que significa genericamente imagem. Todavia, a palavra ícone é, geralmente, reservada a uma pintura, normalmente portátil, de gênero sagrado, executada sobre madeira com uma técnica particular, e seguindo uma tradição transmitida pelos séculos.&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;Origem e Fundamento&lt;/h1&gt;  &lt;p&gt;O ícone nasce junto com a Encarnação do Verbo. O nascimento de Cristo torna possível a confecção dos ícones, pois a partir daí se desfaz a proibição do Antigo Testamento uma vez que Jesus Cristo não é apenas o Logos, do Pai, mas também a sua imagem (eikón). Por isso nos diz São Paulo: "Cristo é a imagem do Deus invisível" (Cl 1, 15).&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;Expressão do Espiritual&lt;/h1&gt;  &lt;p&gt;Nos ícones as técnicas artísticas são totalmente absorvidas pelo conteúdo. Deseja-se mostrar a obra de Deus na vida ou na cena &lt;st1:personname productid="em quest￣o. No" st="on"&gt;em questão. No&lt;/st1:PersonName&gt; ícone a estética torna-se secundária diante do que é espiritual. A arte dos ícones, seguindo esse ideal da Igreja, não é arte naturalista, não procura reproduzir as realidades da natureza. É uma arte puramente espritualista que exprime uma idéia Teológica ou mostra o homem transformado por Deus, tranfigurado, impregnado do Espírito Santo, revelando sua alma. O ícone é feito para mostrar as realidades divinas e celestiais a partir dos sinais acessíveis aos sentidos. Quando o contemplamos, ele nos traz a presença da pessoa representada. Permite, assim, ao orante, mergulhar nesta presença toda espiritual. Age como sacramental, ou seja, sinal eficaz de uma presença real que se oferece ao coração.&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;Técnicas e Pré-Requisitos para a Pintura&lt;/h1&gt;  &lt;p&gt;A forma de pintar os ícones tem o objetivo de revelar a transparência final e celestial da carne. Para isto, o artista, iconógrafo, deve conhecer profundamente da Sagrada Escritura, a vida da pessoa representada. Deve ter um procedimento irrepreensível. Todos aqueles que se dedicavam a esta arte eram grandes fiéis, grandes ascetas e grandes cristãos. E para pintar se dedicavam a oração e a jejuns.&lt;br /&gt;(...)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O ícone, enfim, não é um enfeite para os lugares de oração, mas um poderoso elemento de devoção que nos ajuda a viver a nossa vocação cristã.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="titulo" style="text-align: center; color: rgb(255, 0, 0);" align="center"&gt;Ícones&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; color: rgb(255, 0, 0);" align="center"&gt;----------------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center; color: rgb(255, 0, 0);" align="center"&gt;&lt;span class="subtitvr"&gt;I. O Ícone&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);" class="subtitvr"&gt;I.1. Origem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Antigo Testamento a reprodução da sua imagem, por causa disso, a Divindade do Senhor só era retratada através da arte decorativa, em especial, a uma forma geométrica. Com a encarnação do Filho de Deus, tornou-se possível retratar o Deus invisível, uma vez que Aquele é não apenas o Verbo, mas também a Sua imagem. Dessa forma, o ícone retrata não uma imagem inacessível à vista, mas uma pessoa real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fundamental e primeiro ícone é, portanto, a Face de Cristo que exprime, através da imagem o dogma do Concilio de Calcedônia: “O ícone não representa tão somente a natureza Divina, nem só a natureza humana de Cristo, mas representa a sua pessoa, a pessoa de Deus-Homem que reúne em si sem mistura nem divisão as duas naturezas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez retratado o Deus invisível, passou-se a retratar também a Mãe de Deus e os santos porque assumindo a natureza humana, o Filho de Deus renova no homem a imagem obscurecida&lt;br /&gt;Uma tradição muito difundida atribui os primeiros ícones a São Lucas que, admitida a sua intimidade com a Mãe de Deus ainda viva, tendo levado a Ela para que a reconhecesse e desse poder para salvar a quem o venerasse.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);" class="subtitulo"&gt;I.2. Significado do termo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra ícone deriva do termo grego “eikom” que significa “imagem”. Todavia na historia da arte e na linguagem comum a palavra ícone é reservada a uma pintura de gênero sagrado executada sobre madeira com uma técnica peculiar e segundo tradição transmitida pelos séculos tem forte caracter sobrenatural, sua pátria é o Oriente Bizantino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ícones são chamados imagens do invisível pelo fato de retratarem a realidade espiritual. Representam Jesus Cristo, a sua Mãe de Deus, os anjos, os santos e os outros temas religiosos , o ícone não é o resultado de uma instrução ou da impressão do artista ele é fruto de uma tradição, uma obra profundamente meditada, não é um quadro, nele vem representado não aquilo que o pintor tem diante dos olhos, mas um protótipo a que ele deve ater-se. A veneração do ícone deriva da veneração do protótipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);" class="subtitvr"&gt;I.3. Significado Espiritual&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos dar ao ícone 4 “características” que a profundam e enriquecem o misticismo que o envolve. A primeira é o de que o ícone é canal de graça com virtude santificadora, uma vez que, depois de bento, torna-se um sacramental, sinal da graça eficaz por causa dos poderes e da oração da Igreja, é auxilio na vida espiritual; o ícone torna presente a pessoa que o representa, graças a semelhança com o seu protótipo (semelhança aprovada pela Igreja); o ícone é lugar de encontro, quanto mais o fiel olha os ícones, mais recorda daqueles que ali estão representados e se esforçam por imitá-los; por fim, temos a certeza de que o ícone é uma janela para a eternidade. Saindo do mundo sensorial, que se atém ao belo e as suas paixões, pode-se mergulhar no ícone aponto de não mais olhar, mas deixar-se ser olhado por ele, e dessa forma ser iluminado pela fé e conduzido ao mundo do Espirito.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);" class="subtitvr"&gt;II. Momentos Históricos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);" class="subtitvr"&gt;II.1. Guerra Iconoclasta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ícones, no mundo bizantino, conseguiram posição relevante na manifestação da fé, pessoal e coletiva. Essa expressão cultural, entretanto, teve de atravessar um período histórico por demais crítico, no qual se manifestou aquela que foi considerada a última das heresias: a crise iconoclasta, 727-843.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, muitos ícones antigos se perderam por obra dos iconoclastas- pessoas de outra fé que, por não concordarem com a veneração dos ícones e por isso os destruíam tanto quanto possível- porém, foi justamente nessa época que surgiu a sua importância. Através do sofrimento e do martírio daqueles que tudo faziam para defender as imagens sagradas, é que se desenvolveu a teologia necessária para melhor compreendê-los.&lt;br /&gt;Sabe-se que já na época da heresia de Ário começa-se a colocar do lado das imagens de Cristo as letras alfa e ômega, em referencia ao texto de Ap. 2, 13, para melhor explicara divindade do Filho consubstancial ao Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja do século VII se interessou pelo conteúdo da imagem apresentada aos fieis e teve a consciência de perceber neste a prefiguração do Antigo testamento a realidade do Novo. Ainda neste século uma decisão conciliar formula a ligação do ícone com o dogma da encarnação.&lt;br /&gt;Momento muito marcante da historia dos ícones foi a conhecida guerra iconoclasta. Esta se deu no império bizantino durante os séculos VIII e IX e se desenvolveu sob a direção de príncipes e imperadores contra a Igreja e suas imagens, conforme já dito antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A guerra contra as imagens foi declarada em 725 pelo Imperador Leão III e repercutiu em grande parte do Oriente chegando apenas indiretamente no Ocidente, onde aportaram monges foragidos das perseguições trazendo consigo ícones salvos violência dos iconoclastas. O triunfo desta guerra foi bastante comemorada no seio da Igreja e ainda hoje é conhecido como Festa da Ortodoxia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);" class="subtitvr"&gt;II.2. Defesa do ícone por parte da Igreja&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias vezes a Igreja se posicionou a favor da veneração dos ícones e das imagens &lt;st1:personname productid="em geral. O Conc￭lio" st="on"&gt;em geral. O  Concílio&lt;/st1:PersonName&gt; Niceno II, 787, sancionou a legitimidade do culto aos ícones e pediu à Igreja e ao imperador o controle da tipologia iconografia por medo dos desvios heréticos. O conceito fundamental do concílio era que os ícones são santos e que se pode realizar perante eles atos de veneração.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);" class="subtitvr"&gt;III. O ícone na liturgia e na devoção&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);" class="subtitvr"&gt;III.1. O lugar do ícone na liturgia e na devoção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a mais remota antigüidade, a imagem acompanhou a vida litúrgica cristã. Para o ícone obedecesse uma norma quanto ao seu lugar: no fundo do presbitério, atras do altar, dominam os ícone de Jesus Cristo e da Mãe de Deus. Entrando &lt;st1:personname productid="em uma Igreja" st="on"&gt;em uma Igreja&lt;/st1:PersonName&gt; tanto sacerdotes como fieis da tradição bizantina, sejam ortodoxo ou católicos, tem uma postura de respeito para com estes, ao se aproximarem dos ícones expostos, inclinam respeitosamente a cabeça, fazendo o sinal da cruz sobre o peito 1 ou 3 vezes, tocando o chão com a mão direita. Após uma breve oração, beijam primeiramente a imagem de Cristo, sempre à direita, depois a da Mãe de Deus, à esquerda, e, eventualmente, aquela da festa ou do periodo liturgico sempre colocada no centro da igreja sobre uma mesinha alta. Ao lado dos ícones temos um grande círio ou uma cantoneira com muitas velas acendidas pelos fieis como expressão exterior de sua invocação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ícones são levados em procissão pelos sacerdotes ou pelas pessoas encarregadas, que geralmente os seguram com respeito pela moldura, a fim de evitar o contato direto das mãos. Abençoa-se com o ícone.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);" class="subtitvr"&gt;III.2. O ícone e os fiéis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dependendo do país e da cultura deste, os ícones recebem um “papel” diferente, mais sempre tendo preservado o respeito e a veneração que lhes são devidos. Antes da cerimonia de casamento, por exemplo, os pais abençoam os filhos com o ícone, em geral da virgem Maria; um filho que parta para o serviço militar também é abençoado com este; o casal antes do ato conjugal consagram-se diante deste; diante do ícone que a família adota para si, são colocados os desejos existentes no coração de seus membros, geralmente através de bordados na estola- um casal que deseja Ter um filho, pode bordar na estola decorativa uma criança, a fim de que tão anseio esteja sempre aos olhos Daquele que é representado pelo ícone.&lt;br /&gt;Como preparação para a eterna liturgia celeste, nas igrejas e nas casas, o ícone tem um papel de ajudar os fiéis na penetração da Revelação, guiando-os e santificando-os.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);" class="subtitvr"&gt;III.3. Iconostase&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas Igrejas Bizantinas nota-se uma divisão entre a parte destinada ao Clero, o Santuário ou “Santos dos Santos” e a nave dos fieis. Essa separação que é uma parede divisória é revestida de ícones é chamado de Íconostase. Ela deseja colocar aos olhos dos fieis o plano da salvação e sua progressiva realização. Os temas dos ícones variam nas diversas igrejas. Sem a íconsotase, os ritos liturgicos bizantinos não são celebrados adequadamente, uma vez que, durante estes, o Sacerdote pode passar por suas portas nos momentos fixados pelo rito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A íconostase embora seja uma parede divisória, não é um muro de separação, uma separação para esconder o altar. Ela tem o desejo e objetivo de ajudar os fieis a entrar em comunhão com a Igreja do céu, a participar da história da salvação e exaltar os santos mistérios renovados sobre o altar com todos os que nos aguardam nos tabernáculos celestes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);" class="subtitvr"&gt;III.4. Iconografia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma arte teológica que consiste na visão e no conhecimento de Deus. Separadamente nem a arte nem a teologia poderiam criar um ícone, pois o ícone tem dupla responsabilidade, deve ser fiel ao mundo visível e também a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ícone é o resultado de uma longa tradição de meditação elaboração de aperfeiçoamento de técnicas de pintura e possui rica teologia de formas e cores estreitamente relacionadas com está. Os temas dos ícones são determinados por regras estabelecidas pela Igreja Ortodoxa; não estão, portanto, sujeitos à especulação intelectual. O ícone revela a realidade espiritual que está além de toda expressão verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As técnicas envolvidas no emprego da luz e da cor criam a sensação de estarmos olhando para um mundo iluminado, não por uma luz externa que lança sobras, mas pela luz da graça divina que transforma edificações e paisagens e se manifesta principalmente na iluminação interior dos santos. As edificações mostram que determinados acontecimentos ao seu alcance não estão confinados a um momento histórico preciso, mas pertencem ao mundo do Espírito. O sentido mais amplo tem de ser encontrado na alma do espectador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gaetano Passarelli diz que “o ícone tornou-se e símbolo das Igrejas de tradição bizantina. Na realidade, é a expressão e o patrimônio da Igreja indivisa, isto é, de todos os povos cristãos que professam a mesma fé no único Santo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ícones são, assim, um meio de entrar na quietude do coração onde Deus pode ser conhecido e amado. &lt;a href="http://www.comunidadeshalom.org.br/formacao/liturgia/icones.html"&gt;http://www.comunidadeshalom.org.br/formacao/liturgia/icones.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5447384593759550468-5738640102318343024?l=espacoliturgia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/feeds/5738640102318343024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5447384593759550468&amp;postID=5738640102318343024' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/5738640102318343024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/5738640102318343024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/2008/05/os-cones.html' title='Os Ícones'/><author><name>Equipe Radical em Deus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07663491816419091880</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='19' src='http://1.bp.blogspot.com/_eEEj6RduD-o/SNwniGUS8ZI/AAAAAAAAAwU/XomXDbjV0uQ/S220/Untitled+5.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5447384593759550468.post-4933482872292385608</id><published>2008-05-18T10:42:00.000-07:00</published><updated>2008-05-18T10:44:49.944-07:00</updated><title type='text'>Imagens</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Desde a antigüidade, o homem sempre usou pinturas figuras, desenhos e esculturas, entre outros, para dar a entender ou explicar algo. Estes meios servem para ajudar a visualizar o invisível; para explicar o que não se pode ser explicado com palavras. Quando o homem caiu pelo pecado e perdeu a intimidade com Deus, começou a confundir Deus com outras coisas e a render-lhe como se fossem deuses. Este culto era representado freqüentemente com esculturas ou imagens idolátricas. A proibição do Decálogo contra as imagens se explica pela função de tais representações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, ainda quando muitas pessoas pensam que o primeiro mandamento proíbe a veneração das imagens isto não é necessariamente assim. O culto cristão às imagens não é contrário ao primeiro mandamento porque a honra que se presta a uma imagem pertence a quem nelas é representado. Que dizer, se venera uma imagem não por ser a imagem em si, mas pelo que esta representa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, Santo Tomás de Aquino em sua monumental Summa Theologiae assinala que "o culto da religião não se dirige às imagens em si mesmas como realidades, mas que as olha sob seu aspecto próprio de imagens que nos conduzem a Deus encarnado. Pois bem, o movimento que se dirige à imagem em quanto tal, não se detém nela, mas tende à realidade da que é imagem".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inclusive já no Antigo Testamento, Deus ordenou ou permitiu a instituição de imagens que conduziriam simbolicamente à salvação pelo Verbo encarnado, e como exemplo disso temos a serpente de bronze ou a arca da aliança e os querubins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras comunidades cristãs representaram a Jesus com imagens de Bom Pastor, mais adiante apareceram as de Cordeiro Pascal e outros ícones representando a vida de Cristo. As imagens têm sido sempre um meio para dar a conhecer e transmitir a fé em Cristo e a veneração e amor à Santíssima Virgem e aos santos. Prova disso, são as catacumbas -a maioria localizada me Roma- onde ainda se conservam imagens feitas pelos primeiros cristãos, como as catacumbas de Santa Priscila, pintadas na primeira metade do século III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, com a encarnação de Jesus Cristo foi inaugurada uma nova economia das imagens.Cristo tomou e resgatou os ensinamentos do Antigo Testamento e lhe deu uma interpretação mais perfeita em sua própria pessoa. Antes de Cristo ninguém podia ver o rosto de Deus; &lt;st1:personname productid="em Cristo Deus" st="on"&gt;em Cristo Deus&lt;/st1:PersonName&gt; se fez visível. Antes de Jesus as imagens com freqüência representavam a ídolos, eram usadas para a idolatria. Agora o verdadeiro Deus quis tomar imagem humana já que ele é a imagem visível do Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria e os Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A igreja Católica venera aos santos mais não os adora. Adorar algo ou alguém que não seja Deus é idolatria. Há que saber distinguir entre adorar e venerar. São Paulo ensina a necessidade de recordar com especial estima aos nossos precursores na fé. Eles não desapareceram no nada mas a nossa fé nos dá a certeza do céu onde os que morreram na fé estão já vitoriosos em Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A igreja respeita as imagens da mesma forma que se respeita e venera a fotografia de um ser querido. Todos sabemos que não é o mesmo contemplar a fotografia e contemplar a própria pessoa de carne e osso. Não está, então, a tradição Católica contra a Bíblia. A Igreja é fiel a autêntica interpretação cristã desde suas origens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A igreja procurou sempre com interesse especial que os objetos sagrados servissem ao esplendor do culto com dignidade e beleza, aceitando a variedade de matéria, forma e ornato que o progresso da técnica tem produzido ao longo dos séculos. Mais ainda: a Igreja se considerou sempre como árbitro das mesmas, escolhendo entre as obras artísticas as que melhor responderam à fé, à piedade e às normar religiosas tradicionais, e que assim seriam melhor adaptadas ao uso sagrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Universo Católico&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5447384593759550468-4933482872292385608?l=espacoliturgia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/feeds/4933482872292385608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5447384593759550468&amp;postID=4933482872292385608' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/4933482872292385608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5447384593759550468/posts/default/4933482872292385608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacoliturgia.blogspot.com/2008/05/imagens.html' title='Imagens'/><author><name>Equipe Radical em Deus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07663491816419091880</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='19' src='http://1.bp.blogspot.com/_eEEj6RduD-o/SNwniGUS8ZI/AAAAAAAAAwU/XomXDbjV0uQ/S220/Untitled+5.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
